Arquivo para categoria Corrupção

Relativismo Moral – Onde os fins justificam os meios

O relativismo moral pode ser explicado com um exemplo bem atual, em se tratando de Brasil.
O escândalo do mensalão trouxe à tona uma série de crimes cometidos por políticos. Entretanto, para muitos
desses políticos, não foi crime. Talvez, no fundo de suas líquidas consciências eles mesmos saibam que,
sob à luz da lei é crime, sim. Mas a mensagem passada ao público é a seguinte:

Fiz o que fiz por uma causa, por um bem maior, para construir uma sociedade mais justa“.

Ou, em outras palavras, os fins justificam os meios.

Bem, roubar é crime sempre, não? Ou, dependendo da situação, deve ser relevado, suavizado ou até
mesmo, desculpado? Você roubaria para alimentar um filho seu que está com fome e você não tem
recursos para alimentá-lo?
Bem, essa é uma pergunta de uma situação extrema. O fato é que o nosso relativismo moral, ou a suavidade
dos desmandos que cometemos, está elástico demais. Contextualizado demais. Tão sólido quanto uma ervilha.

Estou falando de roubos. Mas que tal a mentira, algo, digamos, mais corriqueiro?

Digamos que você esteja protegendo em sua casa uma pessoa que está sendo procurada por bandidos.
Eles batem à sua porta e disparam a pergunta: “Ela está aí?”. O que você faria? Se disser que não,
certamente estará mentindo. Mas foi para proteger uma vida, então vale? Que outras alternativas teria?

Mais um exemplo extremo. Mas o fato é que o brasileiro releva demais.

  • A TV a cabo pirata instalada em casa.
  • O Deputado roubou. Mas tudo bem, eu sou um cargo de confiança dele, dependo dele. Então me silencio.
  • Vou colocar um atestado “frio” na minha empresa, para poder descansar um pouco mais ou viajar.
  • Vou colocar meu parente para trabalhar no serviço público, ele precisa trabalhar.
  • Vou pegar um dinheiro escondido do meu marido, para dar para o pastor.
    Afinal, é para Deus que estou dando esse 
    dinheiro.

E existem muitos outros exemplos. Qual seria a alternativa? O Absolutismo Moral.
Mas isso é assunto para outro post.

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A Coerência de Tarso Genro

Tarso Genro é o atual governador do Rio Grande do Sul. Foi eleito no primeiro turno. A maior razão para isso foi que, à época do governo Lula, Tarso era o o Ministro da Justiça. Tarso usou a Polícia Federal a seu favor e acusou a então governadora Yeda Crusius de promover um esquema de corrupção no Detran.
Além de colocar fogo no esquema de corrupção que criticava, Tarso e sua turma ainda criticavam os altos preços da carteira de motorista e taxas no RS. Pois agora, eleito, está dando um jeito de aumentar os valores. Esse é apenas um exemplo de que esse homem fala uma coisa e depois faz outra. Vejamos outros exemplos:

  • Quando candidato a prefeito de Porto Alegre (eleição que também ganhou por conta de promessas que não cumpriu) Tarso prometeu acabar com todos os meninos de rua de Porto Alegre. Deixou o cargo 2 anos depois para concorrer a governador sem tirar um único ser humano das ruas.
  • Tarso foi o mentor do piso nacional para o magistério quando estava no Governo Federal. Isso ajudou a desmoralizar a então governadora, que se negava a pagar o tal piso pois não tinha dinheiro. Tarso se elegeu. E cadê o piso? Na promessa para os professores.
  • Tarso Genro sempre criticou a iniciativa privada e foi a favor da expulsão da Ford no RS. Agora, enquanto governo, se mostra a favor da parceria público-privada pois sabe que o Estado não tem dinheiro pois tem uma folha pesada demais.
  • Tarso Genro sempre criticou os pedágios implantados no Rio Grande do Sul. Agora, no governo, brinca de querer cancelar os atuais pedágios e lançar novas licitações. Entretanto, anda a passos de tartaruga, esperando a época das eleições para fazer algo. Se os pedágios eram ruins, porque simplesmente não acabar com eles?

Tarso faz o estilo da velha política. Promete e não cumpre. Fala demais, faz de menos. Quando faz, é em época de eleição. Tarso é o governador eleito em primeiro turno do Rio Grande do Sul, o Estado que se diz um dos mais politizados do país.

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Soneto da Corrupção Brasileira

Alguns dizem ser culpa do capital,
outros dizem ser culpa apenas dos governantes.
Mas ela está em nossa história como nunca antes.
Por vezes invisível, por vezes abissal.

O brasileiro passa no sinal vermelho.
Paga propina, elege corruptos, sonega impostos.
Para desviar, o desonesto está sempre a postos.
Sorriso de regozijo ao se olhar no espelho.

Mais um desvio encontrado. Estamos anestesiados.
Por um punhado meu caráter está de lado.
A esmola não me ensina a pescar.

Sociedade de conchavos e hedonista.
Privilégios acima de princípios; assistencialista.
Será que meus filhos verão isso acabar?

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Populismo ao Estilo Pablo Escobar

Dias atrás assisti a um documentário colombiano sobre Pablo Escobar. O documentário mostrou um bairro em Bogotá com o seu próprio nome, criado por ele para a comunidade. Neste bairro ele construiu casas para famílias carentes, distribuiu dinheiro, presentes e até mesmo pagava escolas para alguns filhos de pessoas da comunidade. As pessoas por ele beneficiadas andavam todas com fotos do El Patrón, como também era conhecido, nos bolsos, para prontamente mostrar a quem perguntasse quem ele ou ela admirava.

Em uma das casas, a foto do Patrón estava na parede da sala, no lugar onde muitas outras famílias decentes colocam imagens de Cristo ou Nossa Senhora. Para essas pessoas, Pablo era um Deus. Para elas não interessava se ele havia assassinado tanta gente, se ele havia criado uma das maiores organizações criminosas do mundo. Para essas pessoas, não interessava se o produto que ele vendia (e que pagou suas casas, escolas, comida, etc) ajudava a destruir inúmeras vidas e famílias ao redor do mundo.

Para elas interessava apenas uma coisa: Que ele fez o que ninguém havia feito para a comunidade. O que nenhum governo fez, Pablo Escobar fez.

El Patrón não foi o primeiro a comprar a conivência das pessoas e nem será o último. Vamos olhar para o Brasil, onde escândalos de corrupção não impediram que Lula elegesse quem ele quisesse ou ele mesmo ficasse oito anos no poder. Para essas pessoas, não interessa se nos últimos anos foram desviados mais de 50 bilhões de reais dos cofres públicos.  O engraçado é que esses mesmos bilhões poderiam ajudar as pessoas também, pagando cirurgias ou tratamentos de câncer, moradias e boas escolas.

Para essas pessoas, o que interessa é que o governo coloca o peixe na boca delas em vez de ensinar a pescar. Os bolsa-esmolas anestesiam as pessoas e as tornam dependentes e coniventes com o Estado corrupto. Como mudar isso? De alguma forma, mostrando para o povo que a força do trabalho e da educação são os caminhos para um futuro melhor.

E que, acima de tudo, a honestidade compensa e a corrupção deve ser abominada, seja aquela que desvie canetas em alguma repartição ou bilhões em um ministério.

Portanto, tome cuidado com os lobos em pele de cordeiro que estão no nosso país. Muito cuidado com os Pablos Escobar que sempre surgem com propostas eleitoreiras que, através do populismo, prendem as pessoas ao Estado em vez de ensiná-las o valor do trabalho, da honestidade e da perseverança.

Como diz Benjamim Franklin, em uma de suas citações, “deixe a honestidade ser como a respiração de vossa alma“.

El Patrón morreu, assim como eu espero que a corrupção também encontre seu fim. Algum dia.

 

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Os Brasileiros e a Corrupção

A razão de existir desse blog é a corrupção. Ou melhor, o ódio que sinto da mesma. De ser enganado, roubado e ainda não fazer nada contra isso. Ou quase nada. Mas fico me perguntando, se os políticos são tão corruptos quem é responsável por eles estarem lá? Ou pior, por ficarem lá, pois muitos são reeleitos mesmo comprovadas suas participações em esquemas de corrupção.
Sabem quem os colocou lá? O povo brasileiro. E esse mesmo povo, segundo uma pesquisa do IBOPE não só aceita a corrupção como também a praticaria se estivesse na mesma situação. É o resultado da pesquisa. Ou do que podemos interpretar dela. Para quem quiser ler, se encontra nesse link:

Corrupção da política – Eleitor, vítima ou cúmplice?

A frase mais impactante do texto:

“Por outro lado, parcela significativa do eleitorado apresenta desvios de conduta ética em seu dia-a-dia, sem notar qualquer relação com o comportamento dos políticos que a representam.”

Ou seja, nossas atitudes cotidianas mostram muito como somos e isso tem, sim, relação direta com essa roubalheira generalizada no país. Somos responsáveis pois somos tão corruptos quanto os corruptos políticos. Somos egoístas, não pensamos no coletivo. Eu vejo algumas dessas atitudes que, em grau maior ou menor, mostram o desvio de ética:

  • Passar na sinaleira (ou farol) com o sinal em vermelho: Afinal, se não vem mesmo gente do outro lado, por que não passar, não é mesmo brasileiro?
  • Jogar lixo no chão: Ora, o importante é eu me livrar do meu problema. Se isso vai criar outro problema para outras pessoas, não me importo.
  • O som alto perturbando os vizinhos: Ah, deixa eu me divertir, hoje é meu aniversário, por que não posso pelo menos nessa data? Azar dos vizinhos, vamos continuar a festa.
  • Sonegação de impostos: Ora, já recolho na fonte um caminhão de dinheiro. Vou juntar algumas notas frias para poder diminuir o que tenho de pagar ou aumentar minha restituição.
  • As filas nos aeroportos: Uma vez ouvi num aeroporto no exterior quando da chamada para formarem a fila. Brasileiros são sempre assim. A frase foi dita após a chamada, que avisava quem teria prioridade e quais fileiras deveriam formar a fila. Praticamente todos correram para ver quem chegava primeiro, esvaziando os bancos. O brasileiro quer sempre chegar na frente do outro.

É ruim ouvir a verdade mas esse país só será melhor quando soubermos detectar esses comportamentos em nós mesmos e ainda educar nossos filhos a não seguirem nossos falhos exemplos. E você, detecta quais mais comportamentos?

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Que Orgulho é esse, Gaúcho?

Estamos nos aproximando de uma época em que, no Rio Grande do Sul, comemora-se com muito orgulho a Revolução Farroupilha (1835-1845). Existem muitas referências bibliográficas e textos na internet falando da guerra, portanto, não cabe aqui uma aula e, sim, brevemente ir direto para o coração da Revolução, a sua razão de existir, o que bombeou o sangue nas veias dos farrapos.

Em poucas palavras, uma série de insurgentes liderados por Bento Gançalves investiu contra o Império, criando a República Rio-Grandense após algumas batalhas. Mas quais foram as motivações por detrás de revolução? Basicamente a não conformidade com as políticas vigentes no Império, principalmente relacionadas aos impostos e taxas cobradas em cima de produtos oriundos da economia gaúcha como a carne. A Revolta foi vista como o único caminho para garantir a prosperidade dos pampas. Muito bem, paremos por aqui. Vamos voltar ao momento atual.

O que acontece no mês de Setembro, período do ano em que se comemora essa Revolução? Muitas celebrações, orgulho gaúcho inflamado (já é grande), desfiles e bebida, muita bebida. O epicentro dessas comemorações, podemos dizer assim, é o Parque Farroupilha, na região central de Porto Alegre. Ali, os gaúchos acampam, trazem todos os apetrechos para o preparo de um bom churrasco e compartilham o chimarrão com os visitantes. Aliás, como diz Berenice Azambuja, cantora e compositora gaúcha, em uma de suas músicas:

Churrasco, bom chimarrão

Fandango, trago e mulher

É disso que o velho gosta

É isso que o velho quer

(É Disso que o Velho Gosta, Berenice Azambujja / Gildo Campos)

E tudo isso perdura por todo o mês de Setembro, contabilizando alguns casos de violência no parque, assasinatos e, no mínimo, saúde um pouco mais prejudicada com tanto churrasco gordo e bebida consumidos ao longo do período de acampamento.

Pois bem, mas daí acaba o mês de Setembro e o Gaúcho volta ao seu dia-a-dia, ao egoísmo e individualismo brasileiros que já tomaram conta do Rio Grande do Sul (é, o Império venceu). É nesse momento que eu te pergunto, gaúcho, para que todo esse orgulho? Se tu olhares o que acontece no nosso estado nos dias de hoje (dos últimos anos até agora), temos muito mais do que nos revoltar e pouco a que se orgulhar do nosso presente.

  • Governos corruptos, incompetentes tanto a nível Federal como Estadual. O que aconteceu com o caso Detran, escândalo com desvio de milhões de Reais dos cofres dos gaúchos? Eu sei de gente importante envolvida no caso do Detran que está gozando de sua vida de forma muito tranquila. É a certeza da impunidade soprando os ventos aqui nos pampas. Foi o caso do Detran apenas uma manobra para acabar com a Governadora anterior e eleger um outro governador ou temos mesmo o que investigar? E por quê não temos respostas adequadas?
  • E as nossas estradas? Olhem a situação da RS 118, uma rodovia de extrema importância na região metropolitana que está aos pedaços, com enormes rachaduras e buracos. E o que é feito? Quem cobra? Onde estão os nossos impostos para serem investidos na recuperação de estradas? Recentemente, a governadora anterior (Yeda Crusius), candidata a re-eleição, inaugurou um trecho da RS 118 com um asfalto bonito, lisinho, do jeito que o gaúcho gosta. Era época de eleição. Sabe quanto tempo durou o asfalto? Poucos meses. Está todo rachado, foi mal feito e com material de qualidade inferior. Dinheiro jogado fora.
  • Políticos brigam por cargos nos governos. Recentemente, o deputado Sérgio Moraes (sim, aquele que diz que se lixa para a opinião pública) brigou com um colega de partido pois apenas um grupo privilegiado ficara com os cargos mais importantes do atual governo de Tarso Genro. Mas gaúcho, não deveria ser uma briga por melhores estradas, mais dinheiro para nosso estado, mais dinheiro para a saúde? Ou uma briga cobrando porque os escândalos de corrupção não são resolvidos?
  • No futebol, recentemente tivemos o caso do Sport Club Internacional ter tido assumidamente roubado o título brasileiro em benefício do Corinthians. E o que foi feito? Quem brigou? Quem insurgiu contra a ditadura da CBF? Meu Deus, gaúchos, estamos baixando a cabeça e aceitando que o “Império” dite até mesmo que os peleiadores dos pampas não podem ser campeões de futebol?!?
  • Leis estúpidas estão sendo criadas. Veja o caso do Deputado Raul Carrion, assumido anti-americano, que quer obrigar a não utilização de palavras “estrangeiras” (inglês mesmo) em nosso estado. Mouse de computador viraria rato. Pode isso? Será que ele trafega na RS 118 para ver que tem outras guerras que estamos perdendo? E você gaúcho, o que faz com isso? Vendo um deputado lutando por coisas tão minúsculas tendo tantos outros problemas maiores a resolver. Quem entupiu a caixa de emails desse deputado para reclamar? Quem foi na assembléia pedir para ele trabalhar no que interessa para o estado?

Pois é Gaúcho, está chegando o mês de Setembro e será apenas mais um mês para comemorarmos o nosso carnaval. Muita bebida, churrasco e alegria. Fandango, trago e mulher. Depois, voltemos ao nosso dia-a-dia, nosso egoísmo. Voltemos a ser mais um povo anestesiado desse país acostumado com a corrupção. Fico imaginando o que faria Bento Gonçalves se estivesse por aqui. E você, vai fazer alguma coisa?

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Ligando os Pontos – Como os Governos Compram a Imprensa

Uma vez resolvi enviar um email para vários órgãos e autoridades do Governo do Estado do Rio Grande do Sul para reclamar da situação de nossas estradas. O governo em questão era o de Yeda Crusius. Recebi apenas uma resposta e me dou o direito de não dizer de quem.
Pois bem, a resposta foi a seguinte (estou colando aqui o texto exatamente como me foi respondido):

Caro fulano: Não existe nenhuma intimidação, o que acontece é que o governo do estado(estatais) como um dos maiores anunciantes em veículos de comunicação e em sites e blogs de alguns formadores de opinião são orientados a não darem espaço para mim, são monitorados pelo Piratini diariamente com esta finalidade. (os gastos em publicidade e marketing somam aproximadamente R$ 1.000.000,00 por dia útil).
Quanto as estradas estou plenamente de acordo, as ruas e avenidas de porto alegre não são muito diferentes, se os governos utilizassem os recursos apropriados via impostos naquilo que é prioridades da sociedade certamente não teríamos esta realidade, 70% do orçamento do estado são gastos em atividades que não agregam nada as pessoas e sim aos partidos que estão no poder.
As eleições estão próximas e teremos o poder de mudar este quadro.

Obviamente talvez vocês não entendam tudo pois omiti aqui o contexto da conversa. Mas destaquei acima o que quero comentar. UM MILHÃO DE REAIS POR DIA ÚTIL EM PUBLICIDADE.

Pois bem, vamos ligar os pontos agora. Na mesma época que enviei esse email o Governo de Yeda Crusius estava sofrendo seguidos bombardeios devido à notícias de corrupção generalizada no DETRAN (fato até hoje não esclarecido e já esquecido por esse povo corrupto). Ao mesmo tempo a Governadora era questionada da compra de uma mansão sem comprovar de onde vieram os recursos (sempre se repete a mesma história).

E o que faziam os órgãos de imprensa? Em um deles, o programa Gaúcha Atualidade, na rádio gaúcha, eram entrevistadas  seguidamente pessoas do governo e ali tinham a chance de perguntar, questionar, aprofundar a discussão em torno das denúncias de corrupção. Mas não o faziam. Davam apenas espaço para os governantes falarem as suas palavras vazias, avisar que iriam prestar contas no momento adequado, que tudo era manobra, etc, etc e etc. E as provas não surgiam e o tempo passava.

E na hora dos intervalos comerciais da rádio? Banco estatal patrocinando o programa. Pois bem, fica a pergunta:

Será que uma rádio ou canal de televisão tem a liberdade de denunciar uma vez que o Estado é um dos maiores patrocinadores? Imagina um programa que recebe uma bolada do Estado, começa a fazer denúncias, apresentando os fatos para a sociedade, será que esse programa não recebe um telefonema dizendo:

“Olha, alivia aí o tom das críticas senão corto o patrocínio”.

Vocês acham que isso não acontece? Esse é o Brasil, esse é o Rio Grande do Sul também, um Estado que teve muitas glórias no passado mas que agora amarga corrupção e governos incompetentes sem fazer nada. Acorda gaúcho, estão te surrupiando.

Ah, e as estradas? Continuam de mal a pior e ainda pagamos os pedágios mais caros do país.

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