Soneto da Corrupção Brasileira

Alguns dizem ser culpa do capital,
outros dizem ser culpa apenas dos governantes.
Mas ela está em nossa história como nunca antes.
Por vezes invisível, por vezes abissal.

O brasileiro passa no sinal vermelho.
Paga propina, elege corruptos, sonega impostos.
Para desviar, o desonesto está sempre a postos.
Sorriso de regozijo ao se olhar no espelho.

Mais um desvio encontrado. Estamos anestesiados.
Por um punhado meu caráter está de lado.
A esmola não me ensina a pescar.

Sociedade de conchavos e hedonista.
Privilégios acima de princípios; assistencialista.
Será que meus filhos verão isso acabar?

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  1. #1 por Renan em março 27, 2013 - 2:12 pm

    OS VERSOS MAIS QUE EXPRIMEM A DURA REALIDADE…
    Os comunistas como o PT prosperam apenas via subversão, particularmente na midia, aqui cantado em verso e prosa, preferindo as regiões carentes, nas periferias, para iniciarem seus planos de tomada de poder por serem locais onde o povo é menos informado, com engodos tipo bolsas-familias garantidores de votos, iludindo-o com falsas melhorias e ainda não se esquece das drogas para auxiliar no dopping e alienação, pois “sem apoio das drogas não há comunismo” já antecipava o velho comunista italiano Beria, e pessoas “lúcidas, inteligentes e instruídas” não os aceitam.

    Que heróis são esses que ergueram massas
    Pregando o fim de alheias propriedades?
    Tramando golpes com base em mentiras,
    Ideologias de falsa igualdade?
    Que heróis fajutos, que com mil falácias
    Organizaram hordas de iludidos?
    Disseminando ódio entre as classes
    Com seus conceitos falsos e falidos?
    Que heróis de araque que até hoje guiam
    Servos que travam inúteis contendas;
    E assim militam por ruas e becos,
    E cortam cercas pra invadir fazendas?
    Que heróis bandidos que pregaram roubo
    E caridade com dinheiro alheio?
    Mas cujo bolsos de seus seguidores
    Não se abstém de os manterem cheios!
    Legado tosco o destes heróis,
    que greves tolas vão influenciando!
    Pelas escolas, poluindo livros;
    Nas faculdades, mitos se tornando!
    E os seguidores dos heróis de barro,
    Que alcançando pleno poder,
    Confiscam armas do povo que, assim,
    Nem mais a vida pode defender!
    Sagaz macabras as destes heróis,
    Cujos ideais, pátrias degeneram!
    Destroem jovens, corrompendo mentes
    Com utopias que nunca prosperam!
    São cultuados em todas as partes;
    Cidades, campus e universidades!
    E assim, aos poucos, seus servis soldados
    Calam as vozes que falam verdades!
    Triste destino o dos que lutaram
    Nas intentonas dos heróis falsários!
    Fortalecendo o perigo vermelho,
    Feito de ódio e rancor proletário!
    Pobre cabeça que acata as ideias
    De um falso herói mal-intencionado!
    Pobre do homem, que iludido entrega
    Sua devoção aos heróis errados!Que heróis são esses que ergueram massas
    Pregando o fim de alheias propriedades!
    Tramando golpes com base em mentiras,
    Ideologias de falsa igualdade!
    Que heróis fajutos, que com mil falácias
    Organizaram hordas de iludidos!
    Disseminando ódio entre as classes
    Com seus conceitos falsos e falidos!
    Que heróis de araque que até hoje guiam
    Servos que travam inúteis contendas;
    E assim militam por ruas e becos,
    E cortam cercas pra invadir fazendas!
    Que heróis bandidos que pregaram roubo
    E caridade com dinheiro alheio!
    Mas cujo bolsos de seus seguidores
    Não se abstém de os manterem cheios!
    Legado tosco o destes heróis,
    que greves tolas vão influenciando!
    Pelas escolas, poluindo livros;
    Nas faculdades, mitos se tornando!
    E os seguidores dos heróis de barro,
    Que alcançando pleno poder,
    Confiscam armas do povo que, assim,
    Nem mais a vida pode defender!
    Sagaz macabras as destes heróis,
    Cujos ideais, pátrias degeneram!
    Destroem jovens, corrompendo mentes
    Com utopias que nunca prosperam!
    São cultuados em todas as partes;
    Cidades, campus e universidades!
    E assim, aos poucos, seus servis soldados
    Calam as vozes que falam verdades!
    Triste destino o dos que lutaram
    Nas intentonas dos heróis falsários!
    Fortalecendo o perigo vermelho,
    Feito de ódio e rancor proletário!
    Pobre cabeça que acata as ideias
    De um falso herói mal-intencionado!
    Pobre do homem, que iludido entrega
    Sua devoção aos heróis errados!
    Acompanhem os versos acima cantados pelo autor no endereço abaixo:

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